Matrícula, frequência, notas, servidores e a integração com o Censo no i-Educar, a partir do mesmo cadastro do aluno. Software público e de código aberto, sem custo de licença, implantado na sua rede pela Portábilis.
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O i-Educar é onde a secretaria de educação administra a rede inteira: o cadastro único do aluno, a matrícula, a frequência, a avaliação, a alocação de professores, o transporte, a biblioteca e a integração com o Censo Escolar do INEP. Tudo a partir da mesma base, sem dado duplicado entre escolas.
É software público e de código aberto, e isso tem efeito prático para o município: sem custo de licença, com transparência sobre o sistema que usa e a garantia de que o histórico da rede pertence a ela, não a um contrato. A rede escolhe quem implementa e não fica presa a um único fornecedor.
A Portábilis nasceu em 2009 para cuidar do i-Educar e mantê-lo de pé. De lá para cá, é a mantenedora do projeto e já o implantou em mais de 145 municípios. Quem contrata a Portábilis conta com a implantação, a migração dos dados e o suporte de quem conhece o sistema por dentro.
Selecione um desafio da gestão e veja como o i-Educar resolve e quais recursos entram em cada caso.
Quando cada escola guarda seus dados da sua maneira, a secretaria passa o dia consolidando informações à mão e tem dificuldade em encontrar um número confiável. O i-Educar reúne tudo a partir do cadastro único do aluno e conecta as demais soluções da rede na mesma base.
Com frequência, avaliações e histórico do aluno na mesma base, a rede acompanha de perto quem está se afastando, e elabora planos para engajar o aluno, em vez de descobrir a evasão tarde demais.
A disputa por vaga gera fila, deslocamento e, às vezes, judicialização. A organização da demanda também virou exigência legal. A Pré-Matrícula Digital, solução de código aberto que integra o i-Educar, organiza a demanda e distribui as vagas por critério, com registro de quem entrou e por quê.
Respaldo legal: Lei 14.685/2023 (divulgação pública da lista de espera) e Lei 14.851/2024 (levantamento anual da demanda por vagas em creches).
Reunir e conferir os dados do Censo costuma travar a equipe por semanas, e um erro de digitação pode atrasar o repasse. Com os dados já validados na base, a exportação para o INEP sai mais rápida e segura.
A rede começa pelo i-Educar e ativa o que precisar. Como todos os produtos compartilham o mesmo cadastro do aluno, a informação fica sincronizada entre eles.
A gestão escolar da rede: matrícula, frequência, avaliação, servidores, transporte, biblioteca e relatórios.
O diário de classe digital do professor, no portal do professor e no i-Diário App (Android e iOS). Notas e frequência lançadas direto na base da rede, online ou offline.
Inscrição pela internet para vagas, com distribuição por critério. Código aberto, lançado em parceria com o MEC.
Alimentação escolar, assinatura digital, atendimento automatizado e outras integrações que se conectam ao i-Educar pela comunidade.
As soluções de parceiros se integram ao i-Educar sem fazer parte do seu código. A base segue aberta.
Acesso à vaga Garantir uma matrícula significava ir até a unidade, pegar senha e esperar. Com a Pré-Matrícula Digital do i-Educar, a inscrição passou a ser feita pelo celular, e a secretaria recebe os pedidos já organizados, com menos burocracia para as famílias e para a rede.
Decisão com dados Levantar um número da rede dependia de buscar pasta por pasta no arquivo impresso. Com tudo na base do i-Educar, a secretaria acompanha as escolas em tempo real e decide com o dado atualizado, da matrícula à alocação de professores.
Acesso a documentos Um documento antigo, pedido por uma família para uma aposentadoria ou transferência, levava de 8 a 15 dias para ser localizado em salas cheias de papel. Com o histórico do aluno na base do i-Educar, a emissão passou a ser quase imediata.
O i-Educar não é um produto que para no tempo. A Portábilis, como mantenedora oficial, conduz a evolução do sistema e o mantém em dia com as exigências das redes públicas, do Censo às mudanças de legislação.
Junto dela, uma comunidade de equipes de tecnologia de municípios, pessoas voluntárias e empresas contribui com o código. Para a sua rede, isso significa um sistema que melhora a cada ano, sem um novo contrato a cada atualização.
Mantenedora oficial do i-Educar, reconhecida pelo Governo
Federal O i-Educar é software livre. A sua rede pode contratar quem implanta e dá suporte, ou operar com a própria equipe de tecnologia.
A Portábilis faz a implantação, a migração dos dados e o suporte da sua rede. Como mantenedora oficial do i-Educar, conhece o sistema por dentro e acompanha a secretaria ao longo do ano.
Falar com a PortábilisSe o município tem equipe de tecnologia, pode instalar e operar o i-Educar por conta própria. Os primeiros passos, a documentação e o guia de contribuição estão abertos na comunidade do i-Educar.
Ver os primeiros passos“O i-Educar foi construído com dinheiro público e é um bem público digital. Software pago pela sociedade deve ter código aberto: assim a rede audita o que usa, escolhe quem implementa e leva o histórico consigo se trocar de prestador.”
O código é aberto e não tem custo de licença, mas isso não quer dizer que sai de graça do começo ao fim. Transformar o código num sistema que funciona em escala, com segurança, suporte, migração de dados e treinamento, dá trabalho. A rede pode fazer esse trabalho com a própria equipe ou contratar uma empresa. Licença de uso ela nunca paga. Este artigo do JOTA aprofunda o ponto da gratuidade do código aberto no setor público.
Porque resolve três problemas de sistemas fechados: a falta de transparência (o cidadão não consegue auditar o que o governo usa), a dependência de um único fornecedor e a duplicação de gasto, com cada município pagando do zero pelo mesmo problema. No Brasil, a Lei 14.063/2020 determina que software público seja livre. Internacionalmente, é a direção do movimento Public Money, Public Code.
Não, quando a contratação é desenhada para permitir competição entre fornecedores da mesma solução. A preferência do setor público por software livre tem respaldo na lei e na jurisprudência: o STF (ADI 3059), o TCU (Acórdão 1521/2003) e a Instrução Normativa 04/2014. Há ainda modelos de edital abertos que orientam como contratar de forma competitiva.
Pode. Como o código é aberto e os dados pertencem à rede, o município não fica preso à Portábilis nem a qualquer outro fornecedor: pode evoluir o sistema com a própria equipe, trocar de prestador ou seguir com mais de um, sem perder o sistema nem o histórico. É uma liberdade que sistemas fechados costumam não dar.
É o conjunto de pessoas e organizações que usam e evoluem o i-Educar: equipes de TI de municípios, pessoas desenvolvedoras voluntárias e empresas implementadoras. Vive no fórum, no Telegram e no GitHub. A Portábilis mantém e administra o projeto como mantenedora oficial.
Sim, se o município tem equipe de tecnologia. O código, a documentação e o guia de contribuição estão no GitHub, e mais de 50 municípios já adotaram o i-Educar por conta própria. Se a rede preferir, pode contar com uma empresa implementadora para a implantação e o suporte.